27, agosto, 2025

XII Semana Arte e Sociedade

O Célia Helena convida toda sua comunidade teatral a participar dos debates da XII Semana Arte e Sociedade, que acontecerá neste segundo semestre de 2025 no Teatro do Célia.

— Abertura: 28/08/2025, quinta-feira —

19h20 – Leitura Dramática dirigida por Lígia Cortez do texto de Renato Janine Ribeiro

Maria/Sade ou “a Rainha louca de Portugal, dona Maria I, apresentada na casa de loucos de Charenton pelo Marquês de Sade”

— Sobre o autor —

Renato Janine Ribeiro

Professor de Filosofia, cientista político, escritor e colunista brasileiro. Foi Ministro da Educação em 2015, durante a presidência de Dilma Rousseff. Foi presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). É professor titular da Universidade de São Paulo, na disciplina de Ética e Filosofia Política. Professor Honorário do Instituto de Estudos Avançados da USP. Pesquisador sênior do CNPq e professor sênior da Universidade de São Paulo. É cidadão honorário do Estado do Piauí. Acadêmico emérito da Academia Paulista de Direito. No âmbito das artes e cultura, é membro do Conselho Consultivo de Inhotim. Também é membro da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, da Academia Brasileira de Ciências, do Conselho Superior de Estudos Avançados da FIESP e participou do conselho da Fundação Padre Anchieta.

  • Álvaro Uliani
    Laerte Mello
    Larissa da Matta
    Nicolas Mekhitarian
    Oswaldo Mendes
    Roberta Martinelli

  • Ariane Pedroso
    Camila Gregório
    Pedro Rebeschini
    Tato Cegato

Após a leitura, haverá um bate-papo com Renato Janine Ribeiro mediado pelo professor Marcos Barbosa, coordenador do curso de pós-graduação em Dramaturgia e vice-coordenador do Programa de Pós-graduação em Artes da Cena (PROA), da Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH).

Esta é uma oportunidade especial de presenciar os primeiros passos do processo criativo, quando os atores ainda estão descobrindo o texto e experimentando seus caminhos em cena. A leitura dramática é um momento de escuta e investigação, em que a palavra escrita começa a ganhar voz, ritmo e intenção, revelando camadas do texto que só emergem no encontro vivo entre direção, ator, palavra e público.